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10月24日 7º Dueto Poético - Manuel Poète & Denise Figueiredo
A Mão e a Amizade
Se ela é bonita,
É para mim um anjo, Que só por milagre, Chega até nossos olhos... É único e exemplar!...
O que para mim jamais existiu,
É a realidade... Pura e cristalina, Um coração amigo, Sempre disposto à vida entregar...
Eu sei o que sinto,
Brilho cortado às vezes, Mas certo do querer... Sempre ali a brilhar, Para quem aflito chamar.
Por que o sol nunca se põe,
Vento norte, Vento sul, Somos o centro do encontro. Olhos ternos donde flui pura emoção, Humor da orquestra que executa a canção!...
O que faríamos sem ele?
Somos maravilha de Deus, Jardim secreto, destino certo. Unidos nos sentimentos seus e meus...
Sentimentos para lá de discretos
Árvore mágica de penduricalhos, Donde exala frutos bem simpáticos... Chove mãos para segurar. A mão amiga que vai encontrar...
Muitas vezes perdida e negada,
Trespassada, amarrada, sangrada. Nas idéias, às vezes violentada. Como Fênix revigorada, Na amizade decantada!...
Denise Figueiredo & Manuel Poète Foto: Ianda - Olhares.com 10月18日 Poeta da Semana - 19 a 25 de Outubro
ETERNA
Tirei as sandálias e aguardei
Teto de vidro para ver,
Cercada de terra pra eu plantar.
Seu endereço me encantou
Denise Figueiredo " IN Segredos"
http://gotasdepoesia.spaces.live.com/
Fotografia: José Luis Cunha - Olhares.com Tema proposto para reflexão durante esta semana VERDADE, em um momento, onde a sociedade, diz que mentir para poder, não "brigar", para poder "arrumar" um emprego, para poder "ajudar"... Seria a VERDADADE mais importante que a mentira? Ou haja o que houver, O QUE IMPORTA É RESOLVER NA HORA O PROBLEMA, NÃO INTERESSANDO SE USOU DE VERDADE OU MENTIRA? 10月10日 6º Dueto Poético - Madalena & Claudio
Saudades
Algures desejas-me tanto como eu
mas os meus olhos já não encontram os teus...
o teu amar no meu coração ficou, como um retrato da tua presença
mesmo longe sinto que o teu despertar já pertence ao meu amanhecer
somos unos neste frágil equilibrio que chamamos distância
...é o elo que nos fortalece de amor com vontade própria
venero o teu breve regresso ao meu regaço envolvente
reflexo profundo do instinto que a saudade deixou por aqui
o meu sentimento pulsa no branco gelo do tempo parado
crepita nas entranhas deste inverno de pedra mármore
no alpendre do silêncio, a saudade enlutando o meu olhar
o vazio do eco comido ás secas num atentado mudo
a tua não presença está dentro fora de mim
...neste tempo presente que embala o desejo no teu voltar
para além do tempo em ocasionais manhãs de sol
prendo as mãos e o olhar no nada
sinto-me vestido de luto cerrado e austero
...resta-me então o vazio e a tristeza na falta de palavras
os meus dedos tristes não sabem escrever saudade
essa falta imensa que me fazes todos os dias
os teus beijos não se escrevem, sentem-se nos lábios
verdades e vontades que só te digo olhos nos olhos
procuro imaginar os teus caminhos e destinos
na dolorosa claridade imaculada dos meus passos
por entre as margens do nosso afastamento, o silêncio...
lágrimas e sorrisos desta gélida cidade branca
lágrimas e sorrisos aparentemente doces e tranquilos
gritam saudades que não se escrevem na folha de papel
nem sempre sei chorar e sorrir longe de ti, meu doce
...sinto todos os silêncios a ferir dentro e fora de mim
profetizando o teu retorno, desenterrei uma raiz
neste canteiro de terra firme, berço do nosso amor...
porque no fim as tuas mãos e as minhas serão
a ponte para a nossa união final e eterna
algures entre o teu e o meu desejo
os meus olhos já encontram os teus...
Madalena & Claudio Pereira
Foto: Olhares.com
10月3日 5º Dueto Poético - Mª João & Anna
Noite e Dia A noite não é noite verdadeiramente
Mª João & Anna
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